25 de fev. de 2010

24.02.2010 - Marketing nos micro e pequenos negócios


Este é o Fábio Campos, jovem empreendedor, pós-graduado em marketing e voluntário do Instituto MMAIS. Foi ele quem nos apresentou a equipe da GVT, nossa parceira no programa Uso Responsável da Internet.

Empreendedores das micro e pequenas empresas não dispõem de muito dinheiro para investimentos em marketing, e por falta de conhecimento vivem praticando uma série de erros, jogando dinheiro fora, aplicando exclusivamente em propaganda, acreditando que está fazendo marketing em suas empresas. Além disso, existe o mito de que pequenas empresas não precisam criar e praticar ações de marketing. Fábio desmitisficou esse conceito e trouxe alguns "cases" de estratégias de marketing, conversou também sobre como a internet tem ajudado nos negócios dos micro e pequenos empresários.

Encerramos o programa contando a história de Warren Buffet: economista, investidor, filantropo, dono da fortuna calculada em 62 bilhões de dólares, guru de Bill Gates. Apesar do dinheiro que possui, ainda vive na mesma casa, de 3 quartos, que comprou em 1958, por US$31.500, no distrito de Omaha, estado de Nebraska.

Deixamos aqui alguns de seus conselhos:
- o dinheiro não cria o homem, o homem é quem criou o dinheiro.
- viva sua vida de maneira mais simples possível.
- não faça o que os outros dizem – ouça-os e faça aquilo que você se sente bem ao fazer.
- não se apegue a grifes famosas – use as coisas que você se sinta confortável.
- não desperdice seu dinheiro em coisas desnecessárias – saiba a diferença entre desejo e necessidade.
- Fique longe dos cartões de crédito e empréstimos bancários – invista seu dinheiro em você mesmo.

Se você quiser um contato com o Fábio: www.idmark.com.br

19 de fev. de 2010

17 fevereiro - uma pessoa que faz a diferença: Katia Velo



Katia Velo é associada do Instituto MMAIS e foi nossa entrevistada no dia 17 de fevereiro, bem na quarta-feira de cinzas! Foi um bate-papo gostoso com essa paulistana que tem agitado o meio cultural de São José dos Pinhais nesses últimos seis anos.

Ela tem formação em Letras, mas é especialista em História da Arte Moderna e Contemporânea, é artista plástica, professora e colunista cultural. Trabalha como uma formiga, sem parar, está em toodas - experimente digitar Katia Velo no Google!
Além de ser artista, o que admiramos nela é a sua disposição em ajudar a promover outros artistas. Confira a coluna dela:
http://www.guiasjp.com.br/opcoes.php?option=591

Conversamos com ela principalmente sobre o fazer artístico, desmitificando a ideia de que um artista cria por inspiração ou iluminação, mas sim com muito trabalho, transpiração, estudo e dedicação. O momento de glamour na vida de um artista é só um instante, a maioria do tempo fica, no caso dela, suja de tinta ou horas a fio escrevendo e estudando, conciliando ainda a vida familiar, com afazeres domésticos e administrativos. Com muito humor, Katia contou sobre alguns acontecimentos de sua trajetória artística e também sobre suas últimas exposições realizadas neste início de ano: exposição Parabéns São Paulo e o V Salão de Verão da Galeria Mali Villas-Bôas, ambas em São Paulo, a exposição individual no hotel Blue Tree Towers em Curitiba e a próxima exposição coletiva em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, em março, no Metrô de São Paulo – Estação Sé.

Leia mais sobre a entrevista no site:
http://www.guiasjp.com.br/opcoes.php?option=591&id_noticia=48308&id_canal=58

A artista possui em seu currículo 12 exposições individuais, além de participações em Salões e mais de 50 coletivas nacionais e internacionais como no XIII Circuito Internacional de Arte Brasileira – Varsóvia/Polônia, Frankfurt/Alemanha e Viena/Áustria; 3ª e 4ª Muestra Internacional de Arte Postal Ciudad de Ceuta/Espanha; Fundácion Romulo Raggio, Buenos Aires/Argentina. Possui obras em acervos particulares e em órgãos oficiais: São Paulo, Portugal, Argentina e Polônia.

Katia Velo é colunista do jornal Correio de Notícias, e na internet, do GuiaSJP, Inconfidencial e Arte Paranaense.

11 de fev. de 2010

10.02.2010 - retrospectiva 2009

Nesse dia, aproveitamos para fazer uma retrospectiva dos programas apresentados em 2009. Como aqui no blog temos um resumo de cada um deles, não é necessário repetir.

Agradecemos mais uma vez todos os nossos convidados, que gentilmente participaram, ao vivo, de nossas entrevistas. Aprendemos muito com cada um deles.

Um grande abraço da equipe do Instituto MMAIS.

4 de fev. de 2010

3.02.2010 - Joelson Cruz: Pontão da Cultura


Nosso entrevistado foi o dramaturgo, diretor de teatro e ator, Joelson Cruz, sobre o prêmio que recebeu o projeto O Boneco e a Sociedade no edital Pontão da Cultura, do Ministério da Cultura. O valor do prêmio é de 570 mil reais que serão repassados em 3 anos. O Instituto MMAIS ajudou a reunir e enviar uma documentação exigida pelo Ministério da Cultura, através do Deputado Federal Luiz Carlos Setim.

Pontão de Cultura é um instrumento de promoção do intercâmbio e difusão da cultura brasileira em suas mais diversas linguagens e formas, no âmbito regional ou nacional, gerido por ente público ou privado sem fins lucrativos.
O projeto foi inscrito pela URBITUR que é uma OSCIP (Organização Social Civil de Interesse Público), e vai abranger todas as pessoas e grupos do Brasil que trabalham com teatro de bonecos. Parabéns ao Joelson, à Tadica e equipe por esse reconhecimento do Ministério da Cultura ao trabalho que vêm desenvolvendo há 12 anos! Vale também ressaltar que nos sentimos honrados em ter um grupo em nossa cidade que desenvolve um trabalho reconhecido pelo Ministério da Cultura a nível nacional!

No programa fizemos uma homenagem a todas as pessoas que dedicam suas vidas à causa da cultura e lemos o poema de Robert Frost, The Road Not Taken, do qual anotamos aqui os versos finais:

Duas estradas divergiam em um bosque, e eu –
Eu escolhi a menos trilhada,
e isso fez toda a diferença.

25 de jan. de 2010

sofremos um roubo na sede do Instituto MMAIS

Ao voltarmos das férias de janeiro, tivemos a surpresa de constatar que ladrões entraram em nossa sede e levaram todos os aparelhos eletrônicos e muitas roupas, calçados e louças que tínhamos recebido de doação para fazermos um bazar beneficiente em fevereiro.

Mas, hoje (25 de fevereiro) já conseguimos um computador e instalar a internet, por isso, brevemente atualizaremos nosso blog.

Independente disso, já fizemos 3 programas de rádio, nos dias 3, 10 e 24 de fevereiro.
Desde 10 de fevereiro temos um novo horário: todas as quartas, das 15h às 16h, sempre na rádio Comunitária de São José dos Pinhais, FM 98,3 ou pelo site www.sjpfm.com.br

agradecemos as manifestações de solidariedade que recebemos e a audiência no programa.
abraços.

23 de dez. de 2009

a mensagem que deixamos no programa do dia 23.12.09


Este foi o último programa de 2009 - estaremos de recesso e férias e voltaremos em fevereiro. Agradecemos a sua atenção e até a volta!

Abraçando a imperfeição!
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.

Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado. Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
"Querida, eu adoro torrada queimada."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"


Aceitar as falhas alheias, relevando as diferenças entre uns e outros, é uma chave importante para criar relacionamentos saudáveis e duradouros entre marido e mulher, pais e filhos, e com amigos.

Em nome da presidente do Instituto MMAIS, d. Neide Setim, desejamos que neste Natal nossos espíritos possam ser renovados com novas experiências: um reviver da fé, da esperança e do amor. Que possamos voltar nossos olhos a Ele, que é a Luz do Mundo, para manter firmes nossa luz mesmo quando os dias forem escuros. E que no Ano Novo possamos ser mais tolerantes, pacientes e amorosos uns com os outros.

23.12.2009 - entrevista com a Rose do Bambu


(Na foto, da esquerda para direita, Rosmari Araujo - nossa convidada, Rosângela Mazzaro - secretária do Instituto MMAIS e Lauro Teles - radialista que nos ajudou na operação do som)

Um dos focos do Instituto MMAIS é o apoio ao empreendedor, por isso convidamos a empreendedora Rosmari Araujo, a Rose do Bambu, presidente da Companhia do Bambu, para conversar conosco. Nos cinco anos de existência, a Companhia do Bambu, sediada no bairro São Marcos, já vende fora de Curitiba e até para o exterior. É uma associação de artesãos especializados em fibra natural, produzem de maneira sustentável e são autossuficientes. O maior orgulho deles é que não dependem mais de cesta básica para se alimentarem, podem comprar seu próprio alimento com o dinheiro ganho da venda do artesanato. Rose contou como a Companhia do Bambu foi criada e fez uma homenagem aos mestres Zé do Bambu e Guilhermo e também aos seus parceiros, especialmente à Marina Lupion, mestre em Tecnologia pela UTFPR e ao arquiteto Henry Cunha, voluntários na Companhia do Bambu. Aliando conhecimento popular e acadêmico, eles têm realizado trabalhos interessantes e criativos. Um desses trabalhos ganhou o primeiro lugar no projeto de Presépios do concurso do Shopping Estação. O trabalho está exposto no segundo andar do Shopping e agora está dependendo do número de votos que você pode dar até o dia 3 de janeiro, para que ela possa ser a vencedora do concurso. Na exposição não tem o nome do autor no trabalho, mas o da Companhia do Bambu é o único confeccionado em bambu e fibras naturais.

Para contatos com a Companhia do Bambu: (41)9621-2442 e (41) 4111-1221

22 de dez. de 2009

As resoluções de um novo ano


No início de um novo ano nos sentimos animados para tomar algumas resoluções.
Resoluções são promessas que fazemos a nós mesmos.
Infelizmente, às vezes não conseguimos realizá-las.
Talvez o que nós precisamos é um pouco mais de paciência. Como foi o caso do paranaense Waldemar Niclevicz, o primeiro brasileiro a escalar com sucesso o Monte Everest.

No dia 14 de maio de 1995, Niclevicz chegou no topo do cume nevado do MonteEverest, que tem 8.848m de altitude.
Quatro anos antes ele fizera uma tentativa que falhou por causa de mau tempo, apenas a 300 metros do cume.
Ele também foi o primeiro brasileiro a repetir a façanha 10 anos depois. Foi através da perseverança, paixão e disciplina que ele conseguiu superar os desafios físicos extremos e realizar o seu sonho.

Essa notável realização é um lembrete para nós que algumas resoluções levam muitos anos para se concretizarem.
Nossos desafios não são feitos de rocha e neve, mas assim como um alpinista, nós precisamos planejar a rota e trabalhar passo a passo o caminho para chegarmos ao ponto máximo de nossas realizações.
Se desanimarmos no caminho, que possamos fazer uma pausa para respirar, mergulhar dentro de nós mesmos para encontrarmos a determinação para seguir adiante. Assim, mesmo as maiores dificuldades serão vencidas pela poderosa determinação de chegar ao cume.

Nós, do Instituto MMAIS, desejamos que 2010 seja um ano de grandes realizações para você!



Referência: http://www.niclevicz.com.br/pag21.php

17 de dez. de 2009

História das Canções famosas de Natal - II

Noite Feliz
Há muitas versões sobre a origem deste cântico de Natal. Todos concordam que foi o produto dos esforços unidos de Joseph Mohr e Franz Gruber. No livro, “The Story of Our Hymns”, Armin Haeussler faz o seguinte relato:

“A origem deste cântico de Natal não é tão dramática como alguns escritores de história, hinologistas e os autores dos onze dramas baseados neste cântico teriam feito alguém acreditar. Nossa autoridade é o Dr. Max Gehmacher, autor de “Stille Nacht, Heilige Nacht”, publicado pela Verlag “Das Weihnachtslied, wie es enstand um wie es wirklich ist”.

Gehmacher é parente de Gruber, o compositor do cântico.
De acordo com Gehmacher, o órgão da Igreja de São Nicolau em Oberndorf na seção Alpina da Áustria deixou de funcionar em 24 de dezembro de 1818. O Padre Joseph Mohr, sacerdote assistente da paróquia, imediatamente decidiu escrever um novo cântico para a ocasião, esperando que Franz Gruber, o organista e professor da escola da cidade, arranjasse a música. A necessidade é algumas vezes a mãe da inspiração, e isto foi experimentado por ambos, Mohr e Gruber, naquele dia, quando faltavam apenas poucas horas para o serviço da véspera de Natal. Ele foi escrito para duas vozes e guitarra (Zupfgeige); de outra fonte aprendemos que Mohr cantava o tenor, enquanto Gruber cantava o baixo e executava o instrumento.

Este cântico apareceu primeiro no “Leipziger Gesangbuch” em 1838. Foi usado primeiramente pelas congregações de língua alemã na América. Apareceu no “Devotional Harmony”, uma compilação Metodista, em 1849, e em “Sunday School Hymnal” de Charles L. Hutchins, em 1871. Ninguém parece conhecer de onde veio a tradução inglesa comumente usada.

História das Canções famosas de Natal - I

Dando sequência nas histórias das canções famosas de Natal, contamos como foi a criação de Holly Night e Noite Feliz:

Holly Night (Noite Santa/ Cantique du Noel) é um dos hinos de Natal mais amados de nosso tempo, mas a maioria das pessoas nunca ouviu falar da curiosa história de como ele surgiu.

Em 1847, um pároco de uma pequena vila francesa, pediu a um poeta Amador, Placide Cappeau, para escrever um poema para a missa de Natal. Cappeau era conhecido mais por dedicar-se aos negócios do que à igreja, mas ele se sentiu honrado pelo pedido e aceitou.

Uma vez terminado, Cappeau sentiu que seu poema era uma canção e então, ele fez contato com um compositor parisiense, Adolphe Adam, que aceitou musicar o poema.
Alguns anos depois, nos Estados Unidos, a canção foi descoberta por John Dwight, editor da Revista de Música Dwight, que traduziu a peça para o inglês.

Estas três personalidades – escritor, compositor e tradutor – formaram um trio interessante. O escritor, Placide Cappeau, tornou-se mais interessado em política do que religião. Adolphe Adam, o compositor deste clássico entre os hinos de Natal, era descendente de judeus. E John Dwight, o tradutor, era um pastor religioso que, tomado de ataque de pânico, nunca falou em público e voltou-se à música para expressar sua devoção. Juntos, estas três pessoas muito diferentes entre si, criaram um obra prima que tem emocionado e inspirado milhões.

Quando Placide Cappeau escreveu as palavras de seu poema, ele tentou imaginar como deve ter sido aquela santa noite do nascimento de Jesus. Ao faze-lo, as palavras fluíram. Assim também nós, se procurarmos compreender o significado daquela noite sagrada, descobriremos um amor forte suficiente para desfazer diferenças. Aprendemos que apesar de nossas diferentes crenças e passados, podemos trabalhar juntos para criar algo belo e duradouro, e cada vez que assim fazemos, nós trazemos o mundo mais perto de uma “nova e gloriosa manhã”.